domingo, 23 de março de 2014

Série Músicas: Braza Duo (GO)


É com grande satisfação que anunciamos o show do Braza Duo (GO) - Everson Bastos (piano) e Antônio Alves Foka (saxofone),  na Série Músicas, dia 25 de março as 20h30 no Centro Cultural UFG - Praça Universitária.

Série Músicas: Braza Duo (GO)
Data: 25 de Março (terça-feira)
Horário: 20h30
Local: Centro Cultural UFG
Entrada Gratuita



terça-feira, 18 de março de 2014

Série Todas as Artes: MOBAMBA - Cia. Márcia Duarte (DF)





É com grande satisfação que anunciamos a abertura da Temporada 2014 da Série Todas as Artes  com o espetáculo  MOBAMBA - Cia. Márcia Duarte (DF), no dia 21 e 22 de março as 21h no Centro Cultural UFG - Entrada Gratuita - Praça Universitária.
Contamos com sua presença!


Essa é a pergunta que um grupo de jovens intérpretes, estudantes de artes cênicas, orientados pela diretora Márcia Duarte em parceria com Marcus Mota, direção musical, com participação de Fabiana Marroni, intérprete e criadora, vem se fazendo para a criação de um espetáculo autoral inspirado no universo poético e musical do samba.   
Assim nasce o MOBAMBA, uma fusão de mover – jogo, dança, cena – e samba. O grupo arrisca- se na apropriação de um ritmo tão imbricado no cotidiano da vida de qualquer brasileiro e ao mesmo tempo distante da realidade de quem não é carioca ou baiano, do morro ou do recôncavo. Se por um lado o samba faz parte da identidade nacional suas raízes estão no terreno da cultura negra popular e para quem nasceu no plano piloto de Brasília, “entre quadras, entre eixos”*, parece impossivel ser bamba.  
Foi conversando com Cartola, Candeia, Monarco, Noel, Adoniram Barbosa, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Clemetina de Jesus, João Nogueira, Martinho da Vila, Zé Keti, Joge Aragão, Roberto Ribeiro; ouvindo Alcione, Beth Carvalho, Clara Nunes, Elza Soares; e lendo autores que contaram a história do samba canção, do partido alto, do samba de breque, do samba enredo, do samba de roda e as misturas de gêneros, que os jovens intérpretes compreenderam que, de um jeito ou de outro, ou melhor, do seu jeito, iriam se permitir contaminar pela musicalidade, a poesia, a culinária, a religiosidade, o rebolado, a malemolêcia e, sobretudo, a síncope.
Seus corações passaram a sincopar e o corpo a tropeçar buscando outra pulsação. E foram surgindo personagens com traços de figuras do cotidiano popular. Não se pretendeu caracterizar tipos, mas buscar identificação com múltiplas características dos personagens sociais que povoam o mundo do samba em diferentes contextos. Assim, foram pegando emprestada a maledicência do malandro, a sensualidade da cabrocha, a popularidade e arrogância da garota da laje, a vertigem do bêbado, a leveza e magia do mestre sala, o encantamento do deslumbrado, a trambicagem do camelô, o romantismo e a dor do amor e, por fim, a força dos santos e orixás para personalizar com sutileza cada um dos personagens.
Além de laboratórios em sala de ensaios o processo de criação se deu em interação com o público por meio de intervenções em rodas de samba e apresentações em eventos de performance e teatro, com o intuito de experimentar uma aproximação que tornasse a audiênca parte integrante da cena, tal qual acontece espontâneamente nas rodas de samba. O resultado é o espetáculo cênico-musical MOBAMBA, que leva o nome do grupo, como sua primeira cria de, quiçá, muitas outras que virão. A concepção traz textos e composições próprias, assim como alguns sambas consagrados. Em meio à roda brinca-se com a liberdade do jogo com as palavras, com o ritmo e os movimentos; surgem histórias de amor e dor; cenas de traição e sedução; faz-se mandinga e inventam-se sonhos; é bebedeira, batucada e confusão na festa que celebra o encontro e compartilha-se com alegria do sentimento de que não estamos sós para enfrentar as mazelas dessa vida.  
Em cena Fabiana Marroni, Fernanda Alpino, Luara Learth, Luciana Matias, Luisa Duprat, Paulo Victor Gandra e Tamara Correia, acompanhados pelos músicos da diretoria: no cavaquinho Vanderson Matias, no violão Max Malta  e Marcus Mota, na percussão Patrick de Sousa e Israel Azevedo, na voz Anahi Nogueira e Márcia Duarte.
Este projeto é uma realização da Cia. Márcia Duarte e do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasilia, foi contemplado com o Premio Funarte Klauss Vianna 2011 e selecionado no edital do FAC – Fundo de Apoio a Cultura do GDF, conta com a parceria da Escola de Samba Unidos do Varjão. 
*Verso do samba: Chego no meu Chão, de Luara Learth e Tamara Correia. Premio do Júri Popular e 3°Lugar no FINCA – Festival de Música Candanga/2011.

Expediente:
Série Todas as Artes: 
MOBAMBA - Cia. Márcia Duarte (DF)
Data: 21 e 22 de Março (sexta-feira e sábado)
Horário: 21h
Local: Centro Cultural UFG
ENTRADA FRANCA  

sábado, 15 de março de 2014

Música Portuguesa em Viagem Brasil 2014


É com grande satisfação que convidamos para o recital "Música Portuguesa em Viagem Brasil 2014" - Piano Português no século XX,  com os pianistas portugueses Duarte Pereira Martins e Philippe Marques, no dia 16 de março as 11h no Centro Cultural UFG - Praça Universitária. Entrada Gratuita.

Contamos com sua presença!

Música Portuguesa em Viagem Brasil 2014 - Piano Português no século XX                                                          
Data: 16 de Março (domingo)
Horário: 11h
Local: Centro Cultural UFG
Entrada Gratuita

Calourada Unificada 2014


sexta-feira, 7 de março de 2014

Centro Cultural da UFG abre a Temporada 2014 da Série Músicas


O Centro Cultural da UFG abre a temporada 2014 com o show São Sons, de Estrela Leminski & Teo Ruiz. O show será no dia 07/03, sexta-feira, às 21 horas, no Centro Cultural, localizado na Praça Universitária. Os ingressos custam 20 reais a inteira.
Nomes de destaque na nova MPB, Estrela Leminski e Teo Ruiz têm sido citados na imprensa nacional. A dupla prima pelo conteúdo artístico das canções que, segundo os próprios compositores, sempre têm a preocupação de que as pessoas se identifiquem com o que está sendo dito. Para isso, se utilizam de uma série de elementos musicais, textuais e poéticos para rechear a canção do significado desejado.
O disco São Sons rendeu shows e festivais na Espanha e em Buenos Aires e também em várias cidades brasileiras, além da seleção para o Prêmio de Música Brasileira 2011 e de fazer parte da lista dos melhores do ano da Revista Manuscrita (Embrulhador).
Expediente:Série Músicas: Estrela Leminski & Teo Ruiz (PR)
Data: 07 de Março (sexta-feira)
Horário: 21h
Local: Centro Cultural UFG
R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (meia)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Lançamento do Observatório Brasileiro de Economia Criativa - Goiás


Programação de Lançamento do Observatório Brasileiro de Economia Criativa - Goiás

Dia 12 de dezembro de 2013
Local:  Centro Cultural UFG
9h00-12h00 - Oficina de Improvisação com Giselle Rodrigues (UNB)
A oficina visa instigar os participantes (atores, bailarinos e performers) para a escuta e percepção aguçada do momento e da potência de situações que surgem com base na ideia do “fazer sem querer saber o que se faz” desenvolvendo uma investigação despretensiosa e sem um foco preestabelecido. Se lançar para a liberdade criativa permitindo que outros canais criativos se revelem. A partir de alguns procedimentos e exercícios o intuito é construir um espaço amplo de provocação para o exercício do sensível, da percepção do que vai ocorrendo no espaço/tempo da criação, e da melhor apropriação do material espontâneo surgido durante a execução de tais procedimentos.Esta oficina faz parte da pesquisa sobre processo de criação desenvolvida por Giselle Rodrigues e tem objetivo estudar procedimentos de criação com base na noção dos conceitos de Aisthesis – percepção pelos sentidos – e a noção de Eficácia concebido pela tradição oriental, que considera que toda “situação/fator é portador de uma potência e que está destinado por si só a um desenvolvimento, no qual podemos apoiar-nos: em vez de fazer tudo depender de nossa iniciativa, reconhecemos que um certo potencial está inscrito na situação, que está a se referenciar, e que podemos deixar-nos <levar> por ele”. Atitude essa que propõe “aprender a deixar surgir o efeito: não para visá-lo diretamente, mas para envolvê-lo (como consequência): isto é, não para o procurar mas para o recolher – para o deixar resultar”. (Tratado da eficácia – Francoise Jullien).

15h00 - COMUNICAÇÃO: PROJETO DE EXTENSÃO NO ENSINO DE TEATRO À DISTÂNCIA
Local: Teatro - Centro Cultural UFGApresentação das experiências pedagógicas desenvolvidas na extensão à distância por meio do projeto Caravana Cênica realizado pelo Curso de Licenciatura em Teatro à Distância coordenado pela professora Giselle Rodrigues.
15h30 - Espante os Corvos por Van Gogh - Media Lab UFG

17h00 - Performance - Grupo Máskara e GTI – Núcleo de Investigação Cênica TEMPO(S) EM ANDAMENTO 
Em parceria com o Festival Goiânia Em Cena
A Performance Tempo(s) em Andamento é uma parceria do Grupo Máskara Núcleo de Pesquisa Transdisciplinar com a direção do Dr. Robson Corrêa de Camargo e Teatro GTI -Núcleo de Investigação Cênica com os atores Bruno Peixoto, Edson de Oliveira e Valéria Livera. A performance foi escrita por Robson Corrêa baseada no universo becketiniano e tem a trilha sonora executada ao vivo pelo percussionista Diego Amaral, figurino e adereços de Michelly Lucena e a projeção de vídeos de Paulinho Pessoa. Esta parceria prima pela encenação contundente e aprofundada no universo de Samuel Beckett.


18h00 - Lançamento do Observatório Brasileiro de Economia Criativa do Estado de Goiás

18h45 - SobreVoos - Media Lab UFG


19h00 - Cia Aqua de Teatro (Araguari) - BALANÇO NO AÇOITE
Atores: Diogo Sanquetta e Tosha Humana
Direção: Diogo Sanquetta
Colaborador Técnico: Paulo Hyure

A Cia Aqua de Teatro, sob o forte texto "O Navio Negreiro" de Castro Alves narrado por Vinícius Bolívar, propõem a dialética dos açoites do passado que marcaram nossa história sob o viés da escravidão até os açoites 'presentes' ao qual não percebemos que ainda somos os mesmos escravos.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

VI Festival Universitário de Artes Cênicas de Goiás - FUGA 6

O VI Festival Universitário de Artes Cênicas de Goiás - FUGA 6, chega este ano trazendo questionamentos sobre os limites da representação, tanto do ponto de vista estético, quanto político: das impossibilidades de representação mimética às possibilidades de criação subjetiva; das insatisfações de representação política à autonomia do sujeito no campo sócio-político. Em seu espectro de reflexões cênicas, os espetáculos questionam as ditaduras políticas latino-americanas (Potestad), a incomunicabilidade urbana (Cidade dos Outros) e os nossos limites de transcendência, na imanência do corpo (Fole). Com uma vasta produção acadêmica, o FUGA 6 apresenta ao público goiano espetáculos que trafegam do cômico-filosófico ao existencial, passando pela experiência das marionetes e do teatro infantil. Uma oportunidade ímpar de conferir a atualidade do discurso cênico contemporâneo.




PROGRAMAÇÃO FUGA 6