segunda-feira, 14 de abril de 2014

III Simpósio Internacional de Inovação em Mídias Interativas


O III Simpósio Internacional de Inovação em Mídias Interativas [ SIIMI / 2014 ] é uma iniciativa do Media Lab UFG e parceiros. O evento teve sua primeira edição em 2012, ao longo dos três dias os convidados e o público discutiram o estado-da-arte da pesquisa e da inovação em mídias interativas nos campos da arte, design, comunicação, música, política cultural e inclusiva, educação, TIC, computação e games, resultando em um panorama global do tema. Em 2013 a segunda edição contou um número maior de palestrantes e a novidade para 2014 é a abertura para comunicações orais e posters, a partir do tema geral do evento.

Vetores e invenções
O desafio é identificar os vetores que apontam o futuro e as invenções que constroem esse mesmo futuro. O SIIMI / 2014 é um espaço para discussão e apresentação propostas, produtos e pesquisas em mídias interativas.

Programação Completa: http://siimi.medialab.ufg.br/





sábado, 12 de abril de 2014

4º NA PONTA DO NARIZ

Espetáculo: História de Goiás no Picadeiro
Circo Laheto │ Goiânia/GO
Data: 12 de abril (sábado)
Local: Centro Cultural UFG (Avenida Universitária n° 1.533, Setor Universitário) - 20h
Ingresso: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)

Concebido a partir de pesquisas feitas sobre o processo de ocupação humana do território goiano, o espetáculo História de Goiás no Picadeiro inova ao propor uma leitura em linguagem circense e contempla com destaque as cinco principais fases históricas da formação e povoamento do estado de Goiás. Assim, artistas dividem o picadeiro e realizam esquetes e performances representativas dos períodos da ocupação do cerrado goiano desde os povos primitivos, passando pelos ciclos do ouro, da fazenda goiana, da expansão das cidades e chegando até a fase contemporânea do agrobusiness e da industrialização.

Durante o 4º NA PONTA DO NARIZ, o público que ainda não viu, terá a oportunidade de conhecer este belíssimo espetáculo do Circo Laheto. A catira de perna-de-pau, a fazenda goiana no trapézio, malabares na colheita do milho contam a História de Goiás no Picadeiro. Em cena, 22 artistas amadores e profissionais atendidos pelos projetos do Circo Laheto, nos últimos 12 anos. Segundo Maneco Maracá, diretor do Circo Laheto e do espetáculo História de Goiás no Picadeiro, a ideia de trabalhar com a cultura local faz parte da trajetória do grupo, desde sua criação. “Na sua essência, o circo apreende, recria, produz e incorpora referências culturais múltiplas”, comenta. A trilha sonora é toda original, criada especialmente para História de Goiás no Picadeiro pelo músico nordestino radicado em Brasília, Beirão. “Não foi fácil adaptar a viola à atmosfera circense, mas o resultado é bem interessante”, diz Maneco. O projeto preferiu valorizar a música brasileira (com tons regionais) como alternativa às composições internacionais, opção mais recorrente nos picadeiros, recentemente reafirmada pelo Circo de Soleil. A concepção de figurino do espetáculo é da Cia Nu Escuro e o desenho de luz, assinado por Rodrigo Assis.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

"Era uma vez..." -  Teatro Casa de Fábio está na programação oficial do 4º NA PONTA DO NARIZ - Festival Internacional de Palhaçaria e Comicidade: Sue Morrison.

"Era uma vez..." -  Teatro Casa de Fábio (Rio Verde-GO)
Data: 11 abril (sexta)
Local: Centro Cultural UFG (Avenida Universitária n° 1.533, Setor Universitário, Goiânia - GO)
Horário: 20h
Ingresso: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)

segunda-feira, 31 de março de 2014

Série Todas as Artes: Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau (DF)

Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula,  Teatro Sarau (DF)



Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau pretende ser porque sim: nós artistas e o público merecemos o alívio de uma encenação livre e despretensiosa, que se fará riso poesia e samba de alta adaptabilidade, podendo migrar de espaço e condição física execução, enquanto o ar circula e segue propagando nossa capacidade de respirar e viver desejando.
Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau pretende ser porque sim: traz no sambaenredo-texto-autoral delicada leitura sobre anseios, sobre um olhar desburocratizado da criação, sobre porque afinal estamos quase perdidos no leito de um mercado mutante que
pode virar xepa, de tão duro para tantos...
Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau pretende ser porque sim: é importante insistir e resistir na produção e profusão de irreverentes farpas poéticas postas em cena de maneira acessível, digerível e porque não dizer de forma saborosa, simples e segura como um bom prato de com da conhecida.
Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau pretende ser porque sim: há necessidade legítima de uma encenação não linear sobre não saber como se reiniciar tantas vezes, sobre simplesmente respirar e expressar poesia enquanto virtualizamos e tecnologizamos nossa ansiedade, nossa denúncia e nossa satisfação com o suficiente.
Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau pretende ser porque sim: tem estética sustentável,móvel e customizada, reciclando as fantasias do passado, fazendo um novo samba dos restos do carnaval, porque lantejoula velha também brilha ... 
Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula - Teatro Sarau pretende ser porque sim: contamos com à força de artistas em cena a rir e cantar a contramão, onde tudo flui a tempo, nos desperdiçada pressa e um dia bastará para existir e ser de suma relevância sem rodeios para a cena da vida local.


Série Todas as Artes: Rivotrio e a Saga da Vida sem Bula,  Teatro Sarau (DF)
Data: 04 e 05 de abril (sexta e sábado)
Horário: 21h
Data: 06 de abril (domingo)
Horário: 20h
Local: Centro Cultural UFG
Entrada Gratuita

domingo, 23 de março de 2014

Série Todas as Artes: Njilas - Projeto Numes do NOME (GO)

É com grande satisfação que apresentamos o espetáculo Njilas - Projeto Numes do NOME (GO), texto de Luciana Lyra com a colaboração de Alexandre Nunes, Direção Alexandre Nunes.

SOBRE NJILAS

Njilas é uma viagem ainda em trânsito. É o nome que demos ao resultado artístico das pesquisas realizadas pelo LABORSATORI, no projeto Numes do Nome, em sua fase aguda de criação. Quando um cortejo de mênades aportou em nossa sala de trabalho. É também uma discreta atualização do mito trágico das Bacantes, sob influência dos batuques africanos que enriquecem a fome antropofágica brasileira. E quando juntamos Grécia e África num mesmo terreiro, é natural perceber o parentesco discreto entre as Tíades e Pomba-Gira. 

Na tradição de Angola, Pambu Njila é o nome de uma divindade que funciona como agente de ligação entre a dimensão física e a dimensão mística da existência. De modo similar a Hermes, da cultura grega antiga, é Pambu Njila quem autoriza todo trânsito entre este e o outro mundo. Trânsito entre alteridades. 

Como enfatizou o estudioso Jean-Pierre Vernant, a própria religião cívica de Atenas só podia garantir soberania sobre a população grega, graças a sua capacidade de reservar um lugar, em seu seio, para o culto de mistérios cuja aspiração e atitude se lhe parecia estranha a seu espírito. Este foi o caso, por exemplo, dos cultos e rituais dedicados a Dioniso, deus considerado estrangeiro.

Talvez sua própria experiência marginal, de exilado, tenha sido significativa para que Eurípedes, o mais humanista dentre os poetas trágicos, tenha se dedicado com considerado afinco à escrita de As Bacantes. No Brasil de hoje, o mote dessa tragédia pode encontrar similares repercussões. A condição marginal, à qual muitos grupos sociais são submetidos, ou mesmo a misoginia que as mulheres ainda enfrentam, são temas facilmente identificados nas entrelinhas da poética bacante.  Além disso, a própria situação das crenças e rituais de origem africana, no seio de nossa sociedade, pode ser equiparada à condição do dionisismo na polis grega. 


Série Todas as Artes: NJILAS (GO)
Data: 28 e 29 de março (sexta e sábado)
Horário: 21h
Data: 30 de março (domingo)
Horário: 20h
Local: Centro Cultural UFG
R$ 10,00
R$ 5,00 (meia)

Série Músicas: Música Brasileira para Grupo de Trompetes

É com grande satisfação que anunciamos o recital Música Brasileira para Grupo de Trompetes , Antonio Marcos Cardoso (UFG),  Maico Lopes (UNB), Nailson Simões (UNIRIO), e Paulo Ronqui (UNICAMP),  na Série Músicas, dia 26 de março as 20h30 no Centro Cultural UFG - Praça Universitária.

Música Brasileira para Grupo de Trompetes
Nos últimos vinte anos, a música brasileira para grupo de trompetes tornou-se uma ferramenta pedagógica extremamente importante . O repertório tem crescido significativamente, com obras encomendadas e estreadas em todo o país. Nossa intenção neste recital é apresentar à comunidade internacional um pouco sobre o repertório brasileiro para grupo de trompetes como uma forma de representação da nossa cultura através do nosso
instrumento.Apresentado por: Dr. Antonio Marcos Cardoso (UFG), Dr. Maico Lopes (UNB),
Dr. Nailson Simões (UNIRIO), e Dr. Paulo Ronqui (UNICAMP).


Série Músicas: Música Brasileira para Grupo de Trompetes
Data: 26 de Março (quarta)
Horário: 20h30
Local: Centro Cultural UFG
Entrada Gratuita